Rádio Muzangala

IDENTIDADE CULTURAL CELEBRADA NO MIRAMAR

 IDENTIDADE CULTURAL CELEBRADA NO MIRAMAR

A Banda Harmonia 7 e o grupo carnavalesco União Recreativo Kilamba, vencedor do Carnaval de Luanda 2026, celebraram a cultura e a identidade angolana na mais recente edição da rubrica cultural “Domingos à Nossa Maneira”, realizada no espaço Prova d’Art Miramar, em Luanda.

O encontro reuniu, na pista de dança, convivas e turistas ingleses que se deslocaram ao país com o propósito de conhecer de perto a cultura nacional, aprender a dança tradicional tchianda e aperfeiçoar os estilos kizomba e semba.

Em sintonia perfeita, a banda e o grupo carnavalesco proporcionaram ao público um espectáculo vibrante, marcado pela ginga, pela expressividade da dança e por uma viagem sonora às raízes da música angolana, reforçando, assim, a identidade cultural e artística.

Da celebração fez igualmente parte a dupla Judeth e Ester, que interpretou temas emblemáticos do cancioneiro angolano. As artistas regressam ao palco do Prova d’Art Miramar no próximo domingo, para uma actuação inserida nas celebrações do Março Mulher, durante a qual vão prestar homenagem a Lourdes Van-Dúnem, Belita Palma e a outras figuras femininas que marcaram a música angolana.

No encerramento da actividade, os quarenta elementos do União Recreativo Kilamba ocuparam o espaço para um fecho triunfal, que contou com a participação de Dionísio Rocha, sendo calorosamente aplaudidos pelo público presente.

A integração do União Recreativo Kilamba no projecto “Domingos à Nossa Maneira” reforça a sua agenda cultural no período pós-Carnaval e evidencia a aposta contínua do grupo na promoção da identidade e das tradições angolanas, através da música e da dança.

À saída do evento, o responsável do grupo, Poly Rocha, destacou que é sempre um prazer celebrar o Carnaval, sublinhando que a sintonia com a Banda Harmonia 7 contribuiu para consolidar o sentimento de pertença cultural.

“Foi uma festa bastante atractiva. Conseguimos fazer o público vibrar. Foi gratificante ver todos reunidos, porque as festas têm esse propósito de proporcionar bons momentos e aproximar amigos de longa data”, afirmou.

Por sua vez, a psicóloga inglesa Ana Polónia confessou ser admiradora da cultura angolana, considerando a experiência gratificante e extremamente vibrante, sobretudo pela oportunidade de dançar ao som de música ao vivo.

“Aprendi a dançar kizomba e semba na Europa, mas senti a necessidade de vir a Angola para aprofundar o conhecimento de outras danças tradicionais. Sou uma dançarina nata e gosto de estudar e aprender sobre diferentes culturas, para ampliar a minha visão do mundo”, relatou.

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